quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que é Camp Quest?

Enquanto grupos do mundo todo se reúnem em retiros, acampamentos e colônias de férias para falar de Deus, existem também aqueles que se reúnem para bombardear a idéia e compartilhar assuntos sem religião ou ateus. O que é Camp Quest? - www.rebisrubles.com - Cultura Thrash! Isso é a prova de como o ser humano é um ser muito, mas muito interessante e (muito) intrigante! Continue lendo para entender melhor e descobrir o que é o tão falado Camp Quest!

Camp o quê?

Grupos como esse já viraram mania na Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, são os Camp Quests, destinados para crianças ou adolescentes de 7 a 17 anos, descendentes de ateus ou pessoas com a mínima para isso!
Camp Quest - Rebis Rubles Como em qualquer grupo ou colônia de férias, crianças e adolescentes participam de atividades comuns como cabo de guerra, tirolesa, atividades físicas, com a exceção de que, nos Camp Quests, eles também recebem orientação sobre filosofia, aprendendo a discutir assuntos baseados no pensamento científico. Os organizadores do evento promovem temas que colocam em xeque a existência de Deus e partem para brincadeiras e jogos que induzem os participantes a perceberem a dificuldade de provar algo que provavelmente não exista.

“Os participantes aprendem que o comportamento moral e ético não depende de crença religiosa nem de doutrinas e que pessoas sem religião também são boas e totalmente capazes de viver uma vida feliz e cheia de significado”
As palavras acima são dos organizadores do site do Camp Quest. A diretora da colônia de férias, Samantha Stein, afirma que as crianças são estimuladas a pensarem de forma independente.
“Se elas se depararem com uma questão como criacionismo, por exemplo, nós discutiríamos as evidências, não diríamos ‘criacionismo é bobagem’”
Camp Quest - Rebis Rubles Uma “gincana” bem legal é a dos dois unicórnios invisíveis: Os instrutores dizem aos jovens que os unicórnios não podem ser vistos, provados, cheirados ou tocados. Eles também não conseguem fugir do acampamento  nem se alimentam. A única prova da sua existência, segundo os instrutores, está contida em um livro muito antigo repassado por “inúmeras gerações”. Um prêmio de 10 libras (cerca de R$ 30) é oferecido a qualquer criança que conseguir provar que os unicórnios não existem.
Eles aprendem sobre o método científico, debatem questões éticas. A Economist diz que o mérito deste tipo de acampamento é mostrar que não há problema algum em não ser religioso, e que é possível ser moral sem acreditar no sobrenatural

Por trás do começo
Camp Quest - Rebis Rubles
Segundo um dos principais idealizadores Edwin Kagin e Helen Kagin, a colônia de férias teve início quando uma criança foi vetada em um acampamento de escoteiros por ser ateia. De acordo com a Christian Camping International, cerca de 50 mil crianças freqüentam acampamentos cristãos anualmente.
Camp Quest (algo como Acampamento da Procura), Esta experiência foi importada dos Estados Unidos, com a ajuda do missionário ateu Richard Dawkins, bem conhecido também no Brasil.
 Camp Quest - Rebis Rubles O slogan da organização "Além da crença" e pertente contrapor a influência dos acampamentos de verão baseados na fé cristã e dirigidos por escoteiros e igrejas. A diretora do Acampamento, Samantha Stein, garante, contudo, que o objetivo não é divulgar o ateísmo, mas estimular a reflexão.
O Camp Quest surgiu há 13 anos nos Estados Unidos, a versão britânica dura cinco dias e custa 275 libras (cerca de R$ 900).

A resposta

Muitas potências religiosas vem criticando o polêmico acampamento, principalmente na Inglaterra, que consideram esse “espaço de lazer alternativo” uma “lavagem cerebral” em crianças, jovens e até em adultos.
De acordo com Afonso Soares (Professor de Ciências da Religião da Pontifícia universidade Católica, PUC, de São Paulo): “Isso é uma ignorância tão grande quanto se ensinar religião sem que se ensine também pensamento científico” e não acaba por aí, ele também diz que “as pessoas tratam o ensino religioso como se fosse a mesma coisa de uma religião específica. O ensino religioso é muito importante para orientar respeito às diferentes crenças, o diálogo e a educação espiritual, sem ser uma catequese sobre religião em particular”

Fiéis e infiéis

De qualquer forma, mesmo não fazendo mal a ninguém, sempre tem alguém que não gosta. Enfim, o caso religioso e não religioso é como uma guerra sem fim, só vai acabar quando a verdade for revelada, e Jesus voltar, ou NUNCA vai acabar, pois se tudo isso for balela, os dois lados ficaram a espreita em suas trincheiras.Camp Quest - Rebis Rubles

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domingo, 1 de novembro de 2009

Entenda a mente Freegan

Caros leitores da equipe Rebis! Hoje teremos um post superespecial, cheio de cultura e informação! Só lendo mesmo para entender...  A mente freegan - Rebis Rubles  O consumo hoje em dia, é uma coisa inevitável em nossas vidas, trabalhamos para gastar, jogamos fora o que gastamos e gastamos novamente, neste ciclo infinito. Freegans são pessoas que se revoltaram com o capitalismo e o consumo em massa, não consomem nada vendido por empresas, vivem unicamente de reaproveitamento de alimentos, roupas e quaisquer outras coisas. Clique em continue lendo e entre neste mundo, e entenda também, o lado B de tudo.

Freegan - Rebis Rubles Nota: Apenas para constar, não deixo nenhuma opinião pessoal sobre o assunto, encare o artigo apenas de forma dissertativa.
Continuando, Freegans não usam nenhum tipo de produto vendido na sociedade capitalista atual, nem mesmo a comida. Eles reviram lixo a procura de alimentos rejeitados e desperdiçados por nós, não que eles não tenham dinheiro para gastar ou são indigentes, todos (ou boa parte deles) podem comprar suas próprias roupas e comida, mas preferem se opor ao consumismo e viver uma vida ética (aos seus olhos).
O que siginifica a palavra Freegan?
É uma combinação de Free (grátis) e Vegan (vegetariano), isso é apenas uma forma de expressar, pois nem todo freegan é vegetariano, o termo é usado para expressar que eles adquirem seus "produtos" gratuitamente e são como vegetariamos da sociedade, não consumindo aquilo que lhes fazem mal.
A maneira de pensar
Freegan - Rebis Rubles Aqui no Brasil não vemos movimentos do tipo, mas freegans são bem conhecidos nos EUA, alguns são extremistas, e não tem nem mesmo lugar para morar, ficando em propriedades abandonadas ou terrenos desocupados, outros ainda deixam de trabalhar, e se dedicam ao voluntariado e passam suas ideologias para frente.
Os freegans preferem não comprar. Eles resistem as mudanças na moda, eles consertam o que já possuem, eles fazem trocas entre si, eles andam em busca do que precisam. E como a maioria das sociedades industrializadas produz muito lixo, os freegans geralmente podem passar bem confortavelmente com apenas alguma compra ocasional.
Uma grande vantagem em tudo isso, é não comprando roupas, alimentos, móveis e eletrônicos as despesas são quase nulas, muito baixas. O que acarreta a muitos optarem por trabalhar menos, ou até mesmo, não trabalharem. Quando isso é questionado com um freeganista, argumentam que o tempo livre é dedicado para ser voluntários, campanhas, workshops e... procurar comida!
Esteriotipos
Freegan - Rebis Rubles Freegans a risca precisam de um preparo para sobreviver nessa sociedade destrutiva, muita organização fazem ser o que são, não basta apenas sair pelas ruas caçando lixo em tudo qualquer canto. É importante saber quando o lixo será jogado e saber os bons lugares para se coletar. Muitos se separam por grupos e vasculham pontos fortes de lixo alimentar. Freegans costumam ir a procura de seu alimento muito cedo, ou muito tarde, pois eles não gostam de platéia (e o inverso), a discreção e o silêncio é a chave do negócio. Mesmo revirando o lixo, freegans são limpos (ou tentam ser), pois a higiene é muito importante.
É muito comum também freegans fazerem hortas, jardins comunitários e meios naturais de lazer, e nunca, NUNCA desperdice nada! 
Freegan - Rebis Rubles A lei: Um grande problema é que em poucas cidades a coleta é permitida, outro ponto fraco é que restaurantes com medo de processo por intoxicação alimentar, se recusam a doar alimentos e jogá-los fora.
A maneira de se alimentar: Muitos freegans alegam que nunca ficaram doente pelos alimentos ingeridos do lixo, para isso é feito um processo de avaliação e de limpeza do alimento. Geralmente os freegans têm assistência médica não convencional porque trabalham em empregos não convencionais - se é que trabalham. Muitos se recusam a apoiar grandes empresas farmacêuticas e planos de saúde. Como uma alternativa, alguns freegans se juntam a assistências médicas coletivas ou praticam medicina holística como acupuntura, alinhamento vertebral, exercícios e ervas.
Frregan, um estilo de vida?
Freegan - Rebis Rubles O ser freegan não é fruto de imaginação, eles existem, e estão por aí, mas como já disse, não são muito populares em nosso país. Eles são inimigos da indústria, pois sabem e têm consciência dos desastres ecológicos que estamos causando. Acreditam que a forma de fazer a diferença e mudar esse quadro é agir como ativistas alternativos, não usar nada industrializado, não gastar dinheiro com indústrias e se viram com o que tem, e o que conseguem.

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sábado, 31 de outubro de 2009

Review – Need for Speed: Shift

Need for Speed: Shift - Rebis Rubles

Thrasheiros e Thrasheiras do meu coração! venho novamente falar sobre um dos jogos que me mantiveram em meu estado de sanidade parcial enquanto estive sem internet. Trata-se do novíssimo Need for Speed: Shift, clique em continue lendo para conferir na íntegra e por favor deixem seus comentários para que os próximos posts sobre games sejam mais agradáveis.

Need for Speed: Shift Capa - rebis Rubles

A Eletronic Arts (EA Games) há algumas semanas lançou o mais novo Need For Speed, que nada mais é do que a série de corrida mais conhecida do mundo (Sendo pressionada apenas pela franquia de Gran Turismo). Nessa nova versão da franquia, a EA apostou no estilo de corrida Grid, ao qual você não correrá nas ruas, mas sim em pistas de corrida. O fato do game ser Grid (não que ele se reduza somente a isso), somado ao fato de ele não ser de racha me deixou desanimado em joga-lo. Tive a minha primeira decepção com a série quando encostei no NFS Pro Street. Pra mim esse game nem se comparava com os outros da franquia. Mas referente ao Shift, ele tem dentro dele uma série de fatores que me fizeram gostar dele: você olhando alguém jogá-lo não vai ser nem de longe hipnotizado, mas quando vai pra trás do volante as coisas começam a mudar.

De início o jogador irá passar por uma prova, cujo objetivo é dar uma volta na pista. É só para se pegar os controles mesmo. Em seguida irá correr contra alguns oponentes, para assim mostrar a sua recém habilidade gamer. Mas não se preocupe, não será nada demais. Logo correndo com o primeiro carro, é que o game realmente mostra que tem veículos com uma direção muito real, deixando aquelas pessoas que nunca jogaram games assim um pouco perdidas. Perdidas no sentido dos controles serem diferente dos outros jogos de corrida que normalmente jogo, porque o carro derrapa com mais facilidade nas curvas. Mas acredito que com uns 10 ou 15 minutos você já consiga fazer proezas.

Depois que você passar pela primeira corrida, será levado ao shopping car (CAR LOT), aonde devera comprar o seu primeiro carrinho de verdade. Não se empolgue porque os carros inicias não são muito bons. Como sempre você terá que começar bem de baixo. Logo em seguida será mostrada três torneios, com cada um possuindo 5 corridas. A cada corrida você ganhará dinheiro e pontos que valerão para destravar os outros campeonatos. Em todo o final de corrida é mostrado um painel com a sua precisão e a sua agressividade como corredor, e esses pontos serão somados para assim elevar seu nível piloto.

A primeira etapa do campeonato se chama RACE COALION. Nela você encontrará cinco pistas, e como você está no início, elas não vão ser difíceis. Porém, mesmo com o game no fácil, de inicio já se pode notar uma agressividade nas corridas, com seus rivais possuindo uma inteligência artificial boa.

(Mas como isso não é um Walkthrough "Detonado" vamos voltar aos detalhes).

A realidade pode ser vista a cada momento do game, e fazem parte disso a física das batidas. Quando você bate em outros carros ou no muro, o carro se danifica. Lógico que se você bater em outro carro não vai dar tanto estrago, mas vá contra o muro em alta velocidade para você ver o que acontece. Sua visão embaça, mostrando a parte do carro que bateu se amassando de uma maneira quase perfeita. Isso é um ponto ótimo do game, e escancara que a física ficou bem legal.

Como já deu pra perceber, a EA Games colocou como ponto de foco nesse game a REALIDADE, e ela é vista em todas as direções: os gráficos, a jogabilidade (como eu já disse de inicio), o som e a inteligência artificial dos rivais. As qualidades gráficas podem ser vistos claramente, com os detalhes e as texturas que ficaram com um nível muito bom. É só reparar os cenários das pistas. Alguma vezes pode-se ver edifícios ricos em detalhes, diferentes daquelas pastas borradas que são vistas em outros jogos de corrida. Mas não são só edifícios… também aparecem em alguns mapas, brinquedos de parques como: roda gigante, kamikazes e outras coisas.

Os carros e as pistas também em si não escaparam, pois o pessoal da EA trabalhou arduamente, para fazer uma criação gráfica da nova geração, e o resultado ficou de primeira. Os carros realmente ficaram muito bem feitos, e logicamente como característica antiga da EA, sempre colocando carros existentes. A iluminação e os reflexos deram um extra, e engrandecem ainda mais os gráficos de Shift.

Need for Speed: Shift gameplay - Rebis Rubles

A jogabilidade, como eu já disse de inicio, ficou um pouco estranha porque ela está BEM real. O carro ficou meio que sensível demais ao controle, mais não levei mais que 10 minutos para pegar o jeito, pelo menos no básico de direção. E até que dá pra jogar na boa com o teclado, diferente das muitas pessoas que ficam reclamando. Outro elemento importante além da jogabilidade e da direção, é a física. Toquei um pouco sobre esse assunto no inicio, porém não citei o fato de haver perda de controle quando se dá (ou se recebe) uma porrada em outro carro.

Tenha certeza de uma coisa: se você bater em seu oponente de mau jeito e também estiver com uma velocidade um pouco alta, irá direto pra fora da pista. Se isso não acontecer e você ainda permanecer na pista, será ainda pior, porque se tiver algum oponente atrás você, levará batidas dele, com quase 100% de certeza. A qualidade sonora do game ficou muito boa, tendo cada carro o seu próprio som logicamente. Os sons mostraram-se fiéis e muito reais aos sons originais dos carros correspondentes. Não apenas os sons dos motores, mas também das lixadas de pneus que são feitas em cada curva estreita. O game merece um 10 por isso, porque isso o torna mais e mais próximo da realidade, o que pareceu ser o objetivo dele.

Inteligência artificial: os seus inimigos (corredores) estão mais furiosos, e quase sempre que eu ficava de lado com outro carro, o bastardo sempre tentava me jogar fora da pista, e alguma das vezes ele até conseguia. Então não vacile e fique com os olhos abertos e os dedos bem ágeis para escapar desses FDP’s malandrinhos.

Outro ponto chamativo nos jogos de corrida, que é claro responsável pela emoção gerada pelo game, é a sensação de velocidade. O carro realmente parece estar andando naquela velocidade, embora não tenha passado dos 280 Km/h. Mas outro ponto forte para deixar as corridas ainda mais nervosas é deixar a câmera em primeira pessoa, que se você for olhar, é um ponto extra para mais realidade do game, afinal é assim que você iria ver o mundo dentro de uma das máquinas loucas de Need for Speed. É como se você mesmo estivesse dentro do carro atrás do volante mandando brasa para superar seus inimigos (sim, inimigos).

A trilha sonora ficou mais ou menos, a maioria das pistas inicias não tem música ou pelo menos não parecem ter. Elas só ficam audíveis no final de algumas pistas, principalmente se você chegar em primeiro. A música da tela de loading ficou muito chata e a do menu principal também (fora que os loadings ficaram um pouco grandes). Mas nas pistas de Drift (derrapagem) as benditas músicas aparecem em todas as pistas e são tocadas a todo momento em que você encontra-se dentro dela. Mas existe a opção de selecionar quais músicas tocam ou não durante as corridas.

O game também conta com suporte online (multiplayer), encontrado no MENU PRINCIPAL, onde você verá de todo o tamanho escrito ONLINE. Para poder fazer a sua primeira jogada terá que passar por uma pequena burocracia, contando com o registro da EA Games, que você obrigatoriamente terá que fazer. Mas, depois da primeira vez, tudo fica um pouco mais rápido. Nas partidas online existem dois tipos principais de jogo: o Modo amistoso (versus), que você jogará com várias pessoas, e seu objetivo é chegar na melhor posição possível; e o Duelo de Pilotos (Battle), em que você e mais um piloto se enfrentarão constantemente do início ao fim da pista. Como eu não consegui jogar o modo Duelo, então só comentarei sobre o modo amistoso. Na teoria modo versus online ele é igual o offline, as diferenças estão nos acontecimentos, e no fato dos seus rivais mal intencionados gostarem de bater à toda velocidade na traseira e dos lados de seu carro para fazer você perder o controle ou mesmo dar uma batida na parede e perder alguns segundos. Você não pode deixar barato, e saia detonando os malditos que encontrar na sua frente sem ter dó algum deles. As corridas online ficaram muito divertidas e emocionantes.

Como muitos costumam dizer por ai: tem ADRENALINA AO EXTREMO. E é claro, como eu também já disse no inicio, o game possui uma loja cheia de carros para serem adquiridos. São um total de 60 carros de vários modelos, classes e montadoras, como: ASTON MARTIN, AUDI, BMW, BUGATTU, CHEVROLET, DODGE, FORD, HONDA, INFINITI, KOENIGSEGG, LAMBORGHINI, LEXUS, LOTUS, MAZDA, MACLAREN, MERCEDES-BENS, MITSUBISHI MOTORS, NISSAN, PIGANI, PORSCHE, BENAULT, SCION, SEAT, SUBARU, TOYOTA E VOLKSWAGEM abrangendo o gosto de todos.

Tunando os carros: Como é costume dos Need’s desde o Underground se eu não me engano, aqui existe um cantinho para você dar uma melhorada no carro, tanto na aparência quanto no motor, fazendo assim milagres com ele, e podendo alcançar um desempenho melhor que antes. No Need For Speed Shift são duas áreas para que isso aconteça: UPGRADE e TUNING. UPGRADE: Tem diversas opções para melhorar seu carro como DRIVETRAIN, ENGINE, TURBO, BRAKE e SUSPENSION.

Essas melhoras vão do estágio 1 ao 3. BODY KIT, COCK PIT e WEIGHT: essas mechem mais um pouco com a aparência e no setor de aerodinâmico. Mudar a cor do carro para qualquer uma que você quiser, aumentar o tamanho das rodas e colocar adesivos como pintura em seu carro.

TUNING: É dividida em 4 áreas STEERING LOCK, GEARING, BALANCE E DOWNFORCE.

STEERING LOCK (Bloqueio de direção): Serve para ajustar a direção do carro, deixando mais rápida ou mais lenta.

GEARING (Transmissão): Ajusta a relação das machas para melhorar a aceleração e a velocidade.

BALANCE (Equilíbrio): Ajustar a direção do carro entre sub e sobre turning. DownForce: Uma maior força aerodinâmica, melhora na hora de fazer curvas a grandes velocidades.

O game conta com a opção multilíngue, o mais interessante que o multilanguage dele é igual de Indigo Prophecy: você instala o game normal em qualquer língua, e toda a vez que você o executar poderá escolher a língua que fica mais fácil para você. As línguas são: Inglês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Holandês, Tcheco e Húngaro. Eu só não entendo porque não colocaram Português, já que o mercado de games no Brasil tem crescido em média 20% a mais do que o Canadá por ano (O Canadá sempre foi um pioneiro em consumo de games). O game ficou bom e vale a pena ser jogado, mesmo você que não é chegado em corrida ou mesmo corrida de grid, mas você vai gosta desse estilo de game, acredite.O jogo todo, na minha opinião, ficou muito bom mesmo, o mais próximo que já chegaram da realidade em games de corrida. Se você é viciado em simuladores quem sabe esse game tenha sido feito pra você. Sei de uma coisa: não passava em minha mente jogar esse novo Need, pois não fui muito com a cara dele, mas no fim das contas eu estou aqui elogiando. Só tenho uma coisa pra dizer joguem-no, porque vale muito a pena. O que faltou no game: Boazudas acenando para dar a partida dos carros. É realmente uma pena. É eu sei eu sei agora é grid e não racha, mas poderiam passar por cima da realidade nesse quesito.

Requisitos mínimos:
S.O: Windows XP SP3/VISTA SP1/Windows 7
Memória: 1GB/2GB Vista
Processador: CPU acima de 3,2GHz e no vista acima de 3,4GHz
VGA: GeForce 7600 GT 256 MB/ATI Radeon HD 2900 XT 256 MB
HD: 10GB

Condições da máquina em que testei:
S.O: Windows 7 (64 bits) 
Memória: 4Gb ddr3 
Processador: Intel Core 2 Quad Q9600 3.0Ghz
VGA: GeForce 8800 GTX 512Mb
HD: 1TB

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Fotos de londres

Conheço muita (ok, nem tanta assim) gente que saiu do Brasil para tentar a vida lá "no exterior", confesso que sempre tive vontade de participar de uma aventura do tipo, mas nem tudo é do jeito que queremos não? Muitos desses amigos foram para Londres, alguns ainda dividem apartamentos com muita gente, inclusive o mesmo banheiro (um casal de amigos moram em um apartamento aonde existe um banheiro por andar, e acordam até uma hora mais cedo para não chegarem atrasados em seus empregos).
Muita gente pensa: "Eu ein, estou muito bem aqui", mas tudo na vida requer um sacrifício, no futuro (distante ou não) tudo isso vai valer a pena, é a questão da pessoa que arrisca e a pessoa que se contenta em "deixar as coisas como estão"
Esta galeria é dedicada aqueles que estão morando em outros lugares (não só Londres), procurando sempre crescer e o melhor! o/ Com fotos vivas e de alta qualidade, veja Londres de uma forma que apenas o ilustre fotógrafo conseguiu passar



Clique na imagem para ver a galeria completa

Créditos das fotos - David Guiterrez

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Resident Evil 5 – Review

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Thrasheeeiros e Thrasheiras de plantão! peço milhões de desculpas à todos os que sentiram falta das postagens sobre jogos (alguém sentiu? o.O), eu estive sem internet por um tempo mas creio que agora tudo está bem.. mas esse tempo ausente de internet me fez muito bem, pois eu tive bastante tempo pra me focar nos meus projetos paralelos (tá, eu joguei bagarai) e hoje vou falar um pouco pra vocês sobre um dos jogos animais que eu joguei nesse período (e Já deixo o meu aviso, TODAS as imagens postadas abaixo são imagens DO JOGO não são cinematics nem imagens de divulgação). Fã incondicional da série como sou não podia deixar esse pra depois. Cliquem em Continue lendo e confiram esse super jogo!

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Plataformas: Xbox 360, Playstation 3 e PC

A Capcom é, sem sombra de dúvida, a empresa japonesa mais bem sucedida no mercado ocidental nesta geração. Resident Evil é a mais importante franquia da Capcom e as expectativas no novo episódio eram altíssimas. As desconfianças também, especialmente após o demo que foi taxado por muitos, inclusive por mim, como ultrapassado. Bom chega de lenga lenga e vamos ao que interessa!.

Estilo

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Não demora muito tempo para começar a babar pelas cutscenes de Resident Evil 5. Extremamente bem dirigidas, e totalmente em tempo real, as sequências de vídeo que conduzem a  história do jogo estão entre as mais fodas bacanas já vistas! A iluminação é impecável, a fotografia perfeita, as expressões faciais dos personagens impressionam e as coreografias de luta são daquelas que fazem você assistir várias vezes para não perder nenhum detalhe!. O resultado é devastador.

A história em sí é muito mais Resident Evil do que a quarta edição. Os fãs podem ficar tranquilos, há um monte de referências aos episódios anteriores especialmente ao brilhante CODE: Veronica. Não é um roteiro profundo como Bioshock ou pretensioso como Metal Gear, mas não é essa a proposta da Capcom. O jogo emula um filmão de ação, aqueles que se assiste com o cérebro em ponto morto enquanto apreciamos lindas sequências de ação e mulheres estonteantes. Analisando de modo coerente com sua proposta, Resident Evil 5 é um imenso triunfo narrativo. Tem fantásticas cenas de ação, um vilão caricato e extremamente carismático e mulheres lindíssimas, além de referências aos episódios anteriores que farão os fanáticos da série, como eu, jogarem várias vezes para não perder nenhum detalhe.

O mais belo?

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Resident Evil 5 é um dos jogos mais bonitos desta geração, sim. A modelagem dos personagens é impecável, sem dúvida o melhor trabalho já feito na indústria neste aspecto. Os cenários são grandes,  bem detalhados e concebidos. A iluminação é excelente do ponto de vista técnico, reagindo de modo real aos diferentes tipos de materiais como tecido, areia, água ou concreto. Mas é no lado artístico que a Capcom dá uma aula e mostra que quando os japoneses possuem uma ferramenta de trabalho poderosa como a MT Framework eles podem sim se igualarem as empresas ocidentais. O jogo tem um design de personagens lindíssimo, novamente misturando o realismo ocidental á estilização sensual japonesa.

Outro ponto que merece destaque positivo é a variação de ambientes. Ao contrário do que sugere o demo, o jogo não repete sua paleta de cores e seus ambientes. Nas 10 horas de aventura (sim infelizmente é pouco) o jogo te levará de favelas africanas á cavernas, pântanos, navios, instalações militares e laboratórios hightech. Mais uma vez, isso pode não parecer tão importante, mas devemos lembrar como alguns jogos atuais repetem seus ambientes. A Capcom segue o caminho mais desafiador e cria níveis que mantêm o prazer visual durante toda a aventura.

O jogo também sucede na criação visual de momentos épicos. Um exemplo é o combate contra um dos chefes, um peixão gigante, em uma fragata. Na chuva e no mar revolto, o game cria um cenário perfeito com direito a iluminação dramática e incríveis efeitos de vapor de água. Outros chefões impressionam pelo tamanho e design inspirado.

Os gráficos podem não ser perfeitos, alguns ambientes como as docas são simplórios, mais quando penso em toda a variedade visual que a Capcom trouxe, quando considero o character design perfeito e embasbacante, quando jogo novamente algumas das batalhas contra os chefes ou quando assisto as cutscenes em tempo real, fica difícil não relevar os problemas.

Solidez sonora

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O audio de Resident Evil 5 é bastante satisfatório. O jogo tem uma trilha sonora discreta mas que consegue ressaltar o clima proposto de modo perfeito. Algumas músicas, como a do confronto final, são excelentes e dignas de nota, bem como a canção dos créditos que, inspirada por ritmos africanos, é sensacional. No fim das contas, não chega a ser uma trilha sonora impressionante, mas ela cumpre bem seu papel.

A dublagem é sempre um ponto delicado em jogos japoneses. Enquanto os jogos ocidentais de hoje conseguem escrever diálogos críveis e dirigir os atores de modo á extrair deles uma interpretação verdadeiramente rica, os japoneses continuam com diálogos redundantes e exagerados. Os atores se esforçam e entregam atuações muito boas dentro do que lhes é entregue. O jogo não possui momentos dramáticos então eles não são muito exigidos. O destaque positivo fica por conta da combinação perfeita entre voz e visual. Todos os personagens ganharam vozes que casam de modo irrepreensível com seus visuais.

Os efeitos de som são sólidos e até mesmo clássicos. Alguns dos efeitos, como o subir de escadas ou o barulho do andar dos cachorros, parecem saídos diretamente de CODE: Veronica, uma homenagem válida e que demonstra o comprometimento da Capcom com a identidade da franquia.

Resident Of War

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Já imaginou Resident Evil com muitos tiroteios e sistema de cobertura? Pois bem, é melhor você começar a imaginar. Em Resident Evil 5 a Capcom escancara a vocação para a ação que a série demonstrou no episódio 4.

Mas vamos por partes, primeiro vamos falar sobre os controles, uma polêmica que movimentou bastante os fóruns após o lançamento do demo. Primeiramente, sim, Chris é controlado da mesma forma de Leon em RE4. Isso significa camera fixa por trás do ombro do personagem, necessidade de parar e mirar para atirar e a necessidade constante de correr, girar, atirar e repetir o processo. Isso vai agradar alguns e irritar outros tantos. Antes de protestar, deixe-me tranquilizá-los e defender um pouco Resident Evil 5; apesar da impressão passada pela demo, a mecânica funciona muito bem. Dentro do contexto do jogo, a curva de dificuldade cresce de modo elegante e quando o jogo se tornar verdadeiramente desafiador você estará mestre no sistema estranho de comandos do jogo. Demora um pouco para abstrair do vício de jogos de tiro e começar a usar mais o cenário e estratégias primárias que seguem as mesmas desde o primeiro Resident Evil. Por maior que tenha sido a influência dos jogos de tiro sobre a Capcom, o jogo se mantem fiel á suas raizes em muitos aspectos, então os fãs da série não tem muito o que reclamar no que diz respeito aos combates.

Na progressão de jogo… Vamos entrar em mais polêmicas. Como dito anteriormente, Resident Evil 5 expurga qualquer resquício de jogo de terror existente. O jogo não possui NENHUM susto e também não tem cenas de suspense. É uma jornada de ação de tirar o fôlego e que segue em um ritmo admirável. Mas não, não é um survival horror.

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O jogo é dividido em diversos capitulos curtos de cerca de 30 minutos, cada um terminando com um confronto com chefes ou sub-chefes, alguns com formas bastante inventivas de serem derrotados. Isso mantêm as coisas empolgantes, especialmente quando lembramos que a Capcom sempre acrescenta desafios interessantes no jogo, como sequências em carros e momentos que lembram filmes de Indiana Jones. Some-se a isso o fato do jogo estar sempre apresentando um novo tipo de inimigo e temos um exemplo perfeito de sistema de progressão ritmicamente irrepreensível.

Ah… os tiroteios. Sim, a certo ponto do jogo a Capcom decidiu tornar Resident Evil algo como Resident Of War (ou Gears Of Evil, como preferir). É isso mesmo, não se assuste se você ver um zumbi com uma AK-47 indo pra cima de você hauahuahuah.

Conclusão

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Resident Evil 5 dissipa a má impressão deixada pelo demo. É um jogo divertido, com cenas empolgantes, roteiro cheio de referências que agradarão os fãs mais antigos, gráficos arrasadores e valores gerais de produção invejáveis. Os controles ainda não são o ideal, mas a adaptação é rápida. Não é um jogo de terror mas é um puro sangue de ação fantástico. Cheio de variedade e com co-op divertidissimo, é um jogo que vai muito mais longe de que suas quase 10 horas de duração. Há muitos extras para serem destravados e é divertido o suficiente para ser jogado várias vezes. A Capcom provou mais um vez que é a melhor do Japão e Resident Evil 5 é, ao menos até o momento, o melhor jogo de 2009.

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